RETROSPECTIVA 2015

O ano de 2015 transforma-se em passado e em sua memória ficam saudosos registros de muita correria e muita luta sempre e pacientemente acompanhado pelas observações e críticas da minha esposa Wandinha, no primeiro ano juntos, após comemoramos nossas Bodas de Ouro.

Nesta visão retrospectiva do ano, fica a alegria de, nesta linda terra de Cabral, ter ministrado nada menos que 102 palestras por todas para lugares, sempre perto de casa, pois quando querem me ouvir que mora longe, na verdade, sou eu. A quantidade de palestras diminuiu, pois em 2014 chegamos a 132, mas o que neste Brasil doente e amargurado pelo desgoverno e pela crise infernal não diminuiu?

Além disso, também com alegria infinda, participei com entusiasmo do Programa Conexão Futura, uma vez em cada mês, sempre na primeira segunda-feira, no quadro “Gestão Escolar”.

Como há mais de meio século acontece, também em 2015 tive a alegria renovada de ver livros novos publicados – O DIREITO E O AVESSO (EDIÇÕES LOYOLA), INSPIRAÇÃO – O QUE PODE A ESCOLA BRASILEIRA APRENDER COM OS MODELOS INTERNACIONAIS DE SUCESSO (EDIÇÕES LOYOLA) O VELHO PESCADOR E A PROFESSORA (EDITORA COSMOS), TRABALHANDO VALORES E CONTEÚDOS NO ENSINO MÉDIO (EDITORA VOZES), que apresenta em uma capa o subtítulo APRENDENDO COM A TEORIA e ao virar o livro na outra capa PRATICANDO NA SALA DE AULA. além de reedições, no Brasil e em diversos outros países, de livros anteriormente publicados pela Editora VOZES, IMEPH, e PAULUS. Além dessas alegrias todas, escrevi cerca de cinquenta crônicas muitas das quais publicadas pela Revista “Linha Direta”, “Profissão Mestre” e outras de países vizinhos.

Mas, a correria e luta maior foi ser coadjuvante da Wandinha na incrível e inolvidável conclusão da nossa Casa Fiesta, aberta a plenitude majestosa da Mata Atlântica – que invade nossos jardins – e os cânticos insistentes e insinuantes do velho Atlântico – que jamais pede licença para se interpuser em nossos bate-papos. Casa pronta chega a hora (nada fácil) de decorar levando-nos de São Paulo a Ubatuba e Campos do Jordão tantas vezes que a conta se perdeu.

Como não apenas de trabalho nesta retrospectiva se fala, 2015 foi ano de cervejas e garrafas de vinho, nunca sem estar bem acompanhado.

Claro que o ano poderia ser melhor se eu não ficasse apenas lamentar a já perdida coragem por esteiras e longas caminhadas e se menos guloso e mais prudente, comesse mais para viver, que viver (e correr) para comer e para beber.